domingo, 11 de outubro de 2009

Lagrimas de sol sob o leito, de Márcia Cristina Lio Magalhães, minha amiga querida

Lágrimas de sol sob o leito
Petrificando as horas da saudade
Versos que se escondem por trás da cortina das indagações...

É meia noite
Os olhos do tempo já não vêem mais como antes
Sóbrias ilusões
Pétalas de orvalho por sobre o farol da dor...

É o fim da linha?
Na plataforma só restaram folhas sêcas
Partiu o trem...
Haverá eternidade nos sonhos das estrelas?

Cai o véu da noite
E o beijo frio da morte toca-lhe a face branca
Foi apenas sonho?
Um disco na vitrola, Son Of Alerik
Há de amanhecer outra vez
Ou jamais acordar...

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