sexta-feira, 25 de março de 2011

O Tempo, de Mário Quintana

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

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Um comentário:

Bel Talarico disse...

Alvarenga, como gosto do seu blog. E Mário Quintana e D + . Poesias, acho que te falei mexe com o mais profundo sentimento de minha alma. Beijos. Está chegando, quando irei visitar sua amada Paris, estou ficando ansiosa, é minha primeira veez na Europa. Penso em ir visitar o Jardim de Monet, voce conhece?